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Banalização dos Sentimentos


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Sentimentos jogados, desleixados, pelo chão do quarto. Totalmente abandonados. São vidas, energias desperdiçadas...
Hoje em dia as pessoas não respeitam mais os seus sentimentos, ficam com qualquer um por pura vontade de beijar. Diversão por uma noite e nada mais. Jogam a culpa no compromisso: "Não quero me envolver. Não quero sofrer", dizem. Mas preferem ficar jogados na sarjeta da solidão? Sinceramente, galera, dá pra entender?
O beijo, o abraço, um carinho, são formas de trocar energia muito grande, muito forte. São momentos especiais para ficarem na memória, é uma parte de nós que tem o poder de mudar o mundo, ou "um mundo". É uma arma mágica deixada pelas céus para nos tornamos felizes e simplesmente esquecemos como usar.

Tudo bem, vamos combinar? Sair pruma balada, dançar, se divertir, rir a noite toda até cansar, é super hiper ultra legal. Mas nem por isso vamos ficar nos agarrando com quem qualquer um, né? É o cúmulo. Não, não, ainda existe pior, saca só: O cara sai pra balada, toma todas e conhece uma pessoa bacana, que também já tá pra lá de Bagdá, fica com ela o resto da noite, resultado: no outro dia, não lembra de nada, tá com uma baita dor de cabeça e sozinho novamente.
Vampiros da noite? Nada! Eles são é sugados por comerciantes de bebidas e cigarros e drogas que lhe dão uma ilusão, tirando-lhe os sentimentos. Não seria uma atitude de covarde se esconder dos seus próprios sentimentos? Não seria covardia se jogar nos braços de um estranho pra não se sentir só ou para suprir uma necessidade física? E uma necessidade física, não é reflexo, muitas vezes, de uma sentimental? Não seria uma carência afetiva que você não consegue suprir? E o medo da solidão? É a consciência gritando, afirmando que sua conduta está errada... É o medo de se olhar no espelho...
Aí o medo, a tristeza, a alegria, o amor e todos os outros sentimentos tornam-se banais. Você esconde o medo e a tristeza em garrafas de cerveja. A alegria e o amor tornam-se ilusões. Talvez seja a modernidade que nos traz os sentimentos em cápsulas e garrafas.

Rosario Câmara

Recebido de Vera Helena Tanze

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