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PEDIR CARÍCIAS

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A maioria dos adultos não sabe pedir diretamente o que necessita, muitas vezes simplesmente porque perdeu a consciência do que precisa.

Ou, quando estão conscientes, não sabem como pedir (ou têm vergonha de fazê-lo).

O que acontece com os pedidos de carícias na infância?
Boa parte deles são satisfeitos (é ótimo quando a criança pede e as pessoas respeitam e valorizam suas necessidades).
Outras vezes, não se permite, não se permite às crianças que façam pedidos. Mamãe e papai são superprotetores: dão tudo ao bebê antes de ele chorar. Antes de a criança começar a demonstrar a necessidade de algo, os pais lhe oferecem o que acham que ela precisa.

Então é possível que a criança se torne um adulto mimado que pensa que o mundo está aí para satisfazer suas necessidades. É que, apesar de conhecê-las, não pede, porque pensa que as outras pessoas adivinharão de quais alimentos precisa.

Outros pais não estão disponíveis; os bebês pedem, choram, gritam, desesperam-se e, por fim, desistem de pedir. Acabam aprendendo a “se virar” sozinhos e, geralmente, negam suas necessidades, encobrindo-as com bens materiais e status.

Outras vezes, ainda, as pessoas ridicularizam as necessidades da criança. O resultado é que, mesmo sabendo da existência delas, a criança as esconde. Com o passar do tempo, não sabe pedir ou não discerne mais aquilo de que necessita.

Nesse contexto, as pessoas entram em um mecanismo de substituir as carícias de que precisam para negar sua necessidade. Ou substituem-nas por outras, tais como comida, álcool, comprimidos, trabalho, sexo, controle, etc.

Ou pedem-nas indiretamente, com condutas como parecer vítima ou se mostrar sempre cansado, ansioso, confuso ou solitário... Esquecem-se de que podem viver em um sistema de abundância de carícias.
Em que:
Um homem pode chorar e ser valorizado.
Uma mulher pode trabalhar e ser valorizada.
As pessoas podem pedir as carícias que querem de uma maneira direta firme e clara.

Sem ter vergonha, culpa ou medo de estar precisando delas.

Do livro "A Carícia Essencial", Editora Gente.
www.shinyashiki.com.br


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