A poderosa invocação do Eu Sou.
Autor Rosana Ferraz Chaves
Assunto Almas GêmeasAtualizado em 6/16/2026 3:03:13 PM
Tenho uma colega cuja mãe era muito problemática. Na infância vivia dizendo que ela era feia, que todo mundo tinha muita inveja e era muito racista.
Inveja e racismo são muito reais, no entanto ficar fixada só nisso, já te deixa abatido diante da vida, sem considerar que "todo mundo", nem sempre inclui todo mundo.
Ela acreditou em tudo, só que feia, ela não é, mas de tanto a mãe falar, isso virou uma sentença para ela.
Por mais que falássemos que ela era bonita, jamais acreditou. Nunca ouvi ninguém dizendo que ela era feia, mas ela "baixou" o pacote completo da mãe: feia, invejada (tudo o que ela fazia, causava inveja nos outros) e discriminada.
Essa ideia trouxe vários problemas, porque quando aparecia um moço bonito interessado nela, ela não acreditava.
Tudo o que ela fazia precisava ser muito bem escondido, para evitar a inveja, que incluía todos nós, e qualquer problema, era sempre entendido como racismo.
A mãe dela era apenas uma única pessoa, mas ela "preferiu" acreditar na mãe e não na realidade. Preferiu?
No primeiro grau, eu mesma tive um professor de matemática totalmente desequilibrado e desonesto, que fazia intimidação com a classe toda.
Me lembro muito bem que quando fazíamos provas, cuja solução incluía gráficos e parábolas, esse professor tirava meio ponto por cada linha torta, em cada ponto marcado.
Um dia ele subiu em cima da mesa, juntou uma régua com outra, segurando ambas nas mãos e disse exatamente essas palavras, que jamais esqueci "Vocês são tão retardados mentais, que não tem capacidade nem para juntar essas réguas."
Esse professor nos chamava de burros, retardados e candidatos a repetência, quase que diariamente e o resultado foi que eu acreditei nele.
Durante anos me achei burra e sem a menor noção de matemática.
Muitos alunos desistiram até de tentar entrar numa faculdade, de tanto que esse professor nos chamava de burros. Muita gente acreditou nele.
Quando eu estava no segundo grau, trabalhando no meu primeiro emprego, um dia um rapaz me pediu para resolver uns problemas de matemática, que tinham o resultado no final do livro.
Eu acreditava que não tinha a menor capacidade para isso, mas como já tinha terminado as minhas tarefas, resolvi dar uma olhada e tentar fazer.
Para o meu total espanto, consegui resolver todos os problemas, com facilidade.
Mas como isso era possível? Eu não entendia!
Eu custei muito a aceitar que "talvez" eu não fosse tão burra e mesmo após concluir uma graduação em arquitetura, continuava me achando mais burra ainda.
E quando as pessoas diziam que eu era inteligente, o que passava por minha cabeça era "Mas de onde essa gente tirou essa ideia? Estão zombando de mim? Por que ficam dizendo que sou inteligente? Que zoeira é essa?"
Me chamar de inteligente me deixava irritada e intrigada.
Daí tive uma ideia radical que provaria se eu era inteligente mesmo, porque estava apostando alto no fracasso, acredite!
Resolvi "tentar" uma nova graduação junto com uma pós graduação, ao mesmo tempo.
Para mim, "só gênio" faria isso, então "bora lá" tentar, fracassar e sossegar!
E pensei comigo "Agora vamos ver se você é inteligente mesmo, sua otária!
Consegui ser aprovada em ambos, ao mesmo tempo, com ótimas notas e sem muito esforço.
Foi só aí que consegui acreditar que sou inteligente e que existem muitas travas mentais, que nos causam crenças limitantes.
O problema não era exatamente o péssimo professor e nem a mãe desorientada da minha colega.
Porque se você prestar atenção, existem coisas muito negativas que falam de você, mas você não pega para si e tem outras, você que pega.
Isso prova que a origem do problema é você e não os outros!
O que te pega, são gatilhos mentais, que desencadeiam reações completas e repetitivas.
Não é macumba, diabo, trauma causado pelos pais, feitiçaria, nada disso. Quem acredita que o problema é externo, está terceirizando a própria responsabilidade.
É fácil jogar a culpa nos outros. Difícil é pegar a sombra de frente, jogar luz, resolver, assumir e mudar de vida, fazer diferente.
Nós não prestamos atenção no corpo e muito menos na nossa mente.
Quantas pessoas você já viu no noticiário, que esqueceram uma criança no carro, após entregar as outras na escola, ou mesmo os pais que esquecem os filhos no carro e só se lembram no final do dia.
Recentemente, esqueceram até de colocar uma corda na moça, que foi literalmente jogada de cima da ponte.
Terrível! Mas nós não prestamos quase nenhuma atenção ao que fazemos, nas mudanças que ocorrem em nossos corpos e nem o que desencadeou algum problema grave.
É assim que o lado negativo controla a nossa vida, com as nossas metas e as nossas esperanças.
As vezes queremos muito uma coisa, conseguimos e ainda assim sem perceber, continuamos lutando para tê-la, igual uma pessoa que quer muito um amor, consegue e ainda assim, morre de ciúme.
Mas por que será que "preferimos" acreditar mais nas coisas ruins, do que nas boas? Será que as palavras tem tanto poder assim?
Não. Palavras são gatilhos! E esses gatilhos são muito explorados pelas forças negativas.
Gatilhos nascem sempre de imposições direcionadas a nós ou criadas por nós.
Nesse vídeo ensino uma invocação muito libertadora, que vai te ajudar a se livrar dos gatilhos mentais, afastando a negatividade da sua vida.
Você pode errar e ainda assim, corrigir. Errar não faz de você uma pessoa má. Continuar errando, faz.
Na magia, invocação é o ato de chamar ou convidar uma entidade espiritual, força sobrenatural ou divindade para o próprio corpo ou para dentro do seu espaço sagrado.
Vamos aprender a invocar o "Eu Sou" e o "Eu Superior".
"Eu Sou" e o "Eu Superior" baseiam-se em como percebemos nossa conexão com a Fonte divina.
"Enquanto o Eu Superior é a sua centelha de consciência mais evoluída, o Eu Sou representa a própria manifestação de Deus através de você, indo além da ideia de um ser individual."
Link do vídeo: https://youtu.be/BLOHvudMku
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Autor Rosana Ferraz Chaves Oraculista, sensitiva e escritora. Se dedica aos estudos de anjos, baralhos e tarots antigos, ministra cursos de oráculos, neurolinguística. Desenha mandalas e cria perfumes mágicos em seu atelier. Autora do livro Magid - O encontro com um anjo. E-mail: [email protected] | Mais artigos. Saiba mais sobre você! Descubra sobre Almas Gêmeas clicando aqui. |










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