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E POR FALAR EM MATURIDADE...

por Willes S. Geaquinto

Publicado dia 14/6/2008 em Autoconhecimento

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O termo maturidade traz em si diversos significados como aperfeiçoamento, desenvolvimento, crescimento, etc. Porém, do ponto de vista evolutivo-comportamental, creio que, em última instância, maturidade significa o desenvolvimento da capacidade de renúncia. Amadurecer, então, não tem nada a ver com a idade cronológica do indivíduo e, sim, com a sua evolução consciente.

A compreensão, por exemplo, do valor da vida em termos essenciais é fruto da maturidade consciente. Não sendo assim o indivíduo passará o tempo de sua existência, ou parte dele, a cometer repetitivas ações de cunho negativo contra si próprio sem se aperceber que seu agir é autodestrutivo. E essas ações não são somente aquelas aparentemente mais agressivas, pois é possível se autodestruir, digamos, a conta-gotas, através de uma somatória de escolhas irrefletidas ou inconscientes.

Certa vez durante uma palestra em que eu falava sob os feitos nocivos da submissão na vida das pessoas, alguém me questionou dizendo que ninguém escolhe ser submisso, “que isso acontece”. Ora, nada em nossas vidas simplesmente acontece. Somos, em grande parte, responsáveis pelo que ocorre conosco, só que a maioria de nós carrega consigo o abominável vício de não se responsabilizar por suas escolhas; é muito mais fácil culpar os outros, o acaso, o azar ou sei lá o que, do que assumir a plena responsabilidade pela vida. A atitude da irresponsabilidade para com seus atos, além de representar um desvio de caráter ou de personalidade, é na verdade prova de imaturidade.

Sabendo-se de antemão que o que mais causa desconfortos, desequilíbrios e sofrimentos ao ser humano é o seu apego inconsciente a perdas, vícios, preonceitos e culpas, eis que é necessário desenvolver algumas ações tais como: aprender a autoconhecer-se plenamente sem subterfúgios ou máscaras; assumir a responsabilidade por tudo que se está vivendo e compreender o aprendizado contido em cada situação vivida, pois, a princípio, serão essas novas posturas que alimentarão o desenvolvimento consciente da capacidade de renúncia. A maturidade consciente propõe ainda, que aprendamos todos a renunciar o acomodamento a situações geradoras de satisfações ilusórias e efêmeras ou a ganhos secundários através da submissão a padrões pré-estabelecidos aleatoriamente pelos outros, para nos concentrarmos seletivamente em obter estados de bem-estar baseados na realidade e nas necessidades próprias de cada um de nós.

Boa reflexão para você.

Texto revisado por Cris

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Sobre o Autor: Willes S. Geaquinto   
Willes S. Geaquinto - Psicoterapeuta, Consultor Motivacional. Com método próprio trabalha com a Terapia do Renascimento promovendo o resgate da autoestima, o equilíbrio emocional e solução de transtornos e fobias. Palestras e Cursos Motivacionais(relação de palestras no site). Contato: (35) 99917-6943 site: www.viverconsciente.com.br
E-mail: [email protected]
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