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Você tem medo de quê?


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Você já reparou uma criança? As crianças de um modo geral não estão preocupadas com que o outro vai achar dela. Será que estou andando direito?  Estou falando as palavras que meus pais gostariam que eu falasse? Nada disso é impedimento para as crianças serem espontâneas na sua maneira de ser.  Quando elas estão começando a andar elas tentam, caem e tentam novamente quantas vezes for necessário, até se divertirem com o fato que estão conseguindo caminhar mesmo que seja um pequeno trecho para nós, com uma certa independência.  Na fala é a mesma coisa.  Os pais criam expectativas que ela fale alguma palavra específica, mas vai ser a palavra que a criança absorveu sem o objetivo de agradar a quem quer que seja.
À medida que crescemos vamos escutando e presenciando determinados comportamentos e pensamentos a nossa volta e começamos a nos preocupar a fazermos “certo”, se isso é possível!  Ficamos com medo de não sermos amados e começamos a fazer o que o outro deseja, esquecendo do que realmente desejamos. O medo do julgamento, de estarmos inseridos em um determinado contexto com a necessidade de aprovação, pode travar toda a nossa criatividade e com isso passamos a ser o que não somos.  É muito importante nos perguntar em vários momentos da vida: o que nós queremos?

Qual é o nosso desejo? Geralmente nos esquecemos e assim como a criança que emocionalmente e fisicamente depende da mãe e do pai, vamos tender a agradar aos outros na esperança de sermos aceitos e ter a atenção e afeto dessas pessoas. Na medida que crescemos, esse perfeccionismo vai começar a aparecer em determinados graus, onde uma crítica interna vai nos apontar o que fizemos de certo ou de errado. 

Vale a pergunta: o certo e errado existem?  Se voltarmos no tempo podemos ver alguns exemplos que para uma determinada época e lugar, coisas que até podemos considerar abomináveis, era normal para determinadas pessoas.  Como exemplo, para os canibais é normal comer outro ser humano e para nós esse hábito é inconcebível! Mediante o exposto, você já parou para pensar no que você seria capaz de realizar se não estivesse muito preocupado com o julgamento alheio? 

Muitas pessoas quando viajam relatam que se tornam mais ousadas em suas escolhas e conseguem realizar em país estrangeiro determinadas coisas que não sabiam que seriam capazes e isso porque se sentem libertos de um olhar crítico do outro. Por isso é muito importante entrar em contato através da terapia com as necessidades específicas de ser perfeito, de atender a demanda alheia, de perceber os medos de não ser aceito e de ser criticado.  Isso tudo merece vir à tona, para ser trabalhado e transmutado para que a pessoa possa ter uma vida mais plena e verdadeira.

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Conteúdo desenvolvido por: Fatima Pessoa   
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