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Depus a máscara e vi-me ao espelho

por Humilde Filho de Xangô (Marco Antonio Sarmeiro Maia)

Publicado dia 7/2/2020 em Corpo e Mente

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Um lindo poema do nosso querido, Fernando Pessoa...

Álvaro de Campos

Depus a máscara e vi-me ao espelho -
Era a criança de há quantos anos.
Não tinha mudado nada...
É essa a vantagem de saber tirar a máscara.
É-se sempre a crianca,
O passado que foi
A criança.
Depus a máscara e tornei a pô-la.
Assim é melhor,
Assim sou a máscara.
E volto à personalidade como um terminus de linha.

8/8/1934

Texto Revisado

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