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Experiência Espiritual nas Cataratas do Iguaçu - Parte 1



Estive visitando as Cataratas do Iguaçu no final de 2017. Centenas de pessoas e de aparelhos celulares e máquinas fotográficas lá estavam também. Todos a se maravilhar com a beleza das quedas d'águas, e com o brilho de vários arco-íris que se formavam. Bem, quase todos! Percebia que alguns olhavam a paisagem, tiravam fotos ('self") e iam embora, movidos pelo “piloto automático”. Outras olhavam sorrindo, absorvendo a força da natureza que se faz presente de maneira tão majestosa.

Encantada por estar novamente neste lugar maravilhoso depois de 30 anos, tudo era igual e diferente! E eu agradecia silenciosamente, enquanto inspirava energia prânica (Chi para os taoístas), e expirava gratidão. Podia sentir, conscientemente, a energia das águas correndo nos meus canais de energia, ativando e limpando os chacras, ou centros de força. Com pensamentos elevados, busquei dissolver tristezas e preocupações, transmutar cascões astrais e limpar formas de pensamento negativas do ano que se encerrava.

Assim, fui “diminuindo de tamanho” e me transformando em uma pequena gota, que perdia toda a sua individualidade no meio de tanta grandiosidade, com o coração aberto mesmo diante de tanta correnteza, com pensamento tranquilo mesmo diante de tanta turbulência. Estava centrada no amor da Mãe Natureza e do Pai Celestial. Envolvida pela energia da família cósmica, energia amorosa fluía de minhas mãos, dos olhos, do coração! Águas rolavam pelas pedras, e me sentia firme como uma rocha. Como não reconhecer nossa insignificância diante da grandiosidade divina? Que lição de humildade!

Fiz, então, uma oferenda singela de amor e luz aos espíritos da natureza e aos angelicais seres da engenharia celeste que trabalharam arduamente para criar aquele espetáculo maravilhoso. Ciente que em um lugar tão especial assim, haveria algum posto de socorro espiritual por perto, doei energias amorosas aos trabalhos de cura aos doentes do corpo, da mente e do espírito daquela tríplice fronteira (Brasil, Paraguai e Argentina). Vibrei amor e luz a aqueles que, apesar de desencarnados, por medo, desconhecimento ou teimosia continuavam presos aos antigos corpos que ocuparam, ou aos antigos lugares que viveram.

Claro que também vibrei muito carinho pelo tratamento aos animais feridos ou enfermos. Absorvendo a grande energia da floresta e das cachoeiras, vibrei pela despoluição das águas do planeta Terra, pelo reflorestamento das áreas queimadas e desmatadas, desejando que a luz do bom senso iluminasse a humanidade para que houvesse mais respeito à Mãe Natureza. Sentia o divino dentro de mim e em toda parte. “Somos todos um”, repetia sorrindo, lembrando de meus amigos queridos. O todo que está em toda parte! Que assombro, como diziam os antigos celtas! Gracias a Pachamama e a Pachatata (Mãe Terra e pai céu em quechua)! Awete Nhanderu Ete (gratidão ao verdadeiro criador, em guarani)!
Gratidão!
Parte 2
Iris R. Fernandes Poffo – Foz de Iguaçu - Jan/2018

Texto Revisado

Publicado dia 31/1/2018
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Autor: Íris Regina Fernandes Poffo   
Bióloga, espiritualista, terapeuta holística e escritora.
E-mail: irisp@uol.com.br, irisrfp@gmail.com | Mais artigos.

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