Seu pet adoeceu ou faleceu? Menos chicote, mais espanador!
Autor Íris Regina Fernandes Poffo
Assunto EspiritualidadeAtualizado em 5/11/2026 5:10:01 PM
Muito comum encontrarmos pessoas que se culpam intensamente diante do diagnóstico de uma doença ou de um acidente grave e do falecimento envolvendo o amado pet.
Por amarmos tanto a estas lindas criaturas, tendemos a sentir culpa pelo que fizemos, pelo que não fizemos e pelo que deixamos de fazer.
O que os animais de estimação mais desejam é o carinho, o aconchego, enfim, sentirem que são respeitados e bem tratados!
O querido pet, quando se sente amado de verdade, quando há recíproca sensação de confiança, não culpa sua tutora (seu tutor) por suas enfermidades ou ferimentos.
Diante da doença e da morte de alguém que amamos, muitas pessoas carregam o peso de uma crucificação atemporal, de maneira consciente ou inconsciente.
Quando mais frágil for o sentimento de autoestima e quanto maior a dificuldade em conhecer e saber lidar com suas emoções daninhas, maior é o número de chicotadas que daremos em nossos ombros.
Mas há quem culpe o universo, a tudo e a todos por doenças, acidentes e mortes, transferindo-lhes responsabilidades que também nos pertencem.
O excesso de orgulho e de egocentrismo cega os olhos da verdade, moldando a realidade conforme crenças limitantes.
Então, tendemos a chicotear os outros com palavras e atos cruéis, descontando raivas e frustrações que carregamos escondidas há muito tempo. Lembremos da lei do carma!
Errar é uma virtude humana! Na escola da vida, precisamos assumir que somos imperfeitos, que temos defeitos, que somos imaturos e que há muito a aprender ainda!
E, é somente reconhecendo e assumindo os erros cometidos que poderemos corrigi-los e evitá-los futuramente, pois prevenir (doenças e acidentes) é bem melhor que remediar!
Arrepender-se não é sinal de fraqueza! É sinal de coragem e requer força de vontade!
Também precisamos desenvolver a consciência e a aceitação de que um dia, cedo ou tarde, os pets irão partir desta vida para, em outra vida, retornar, pois somos todos imortais!
Assim, troquemos o chicote pelo espanador. Sim, vamos espanar a dor. Dispersar a poeira daquelas feridas emocionais que ainda não cicatrizaram!
Espanar os pensamentos densos e depressivos que atraem obsessores e nos isolam do amor e da luz da Mãe Natureza!
Espanar a poeira cósmica da maldade, para deixar a nossa luz brilhar! Para que a paz e o bem possam predominar, dentro e fora de nós!
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Autor Íris Regina Fernandes Poffo Bióloga, espiritualista, terapeuta holística e escritora. E-mail: [email protected] | Mais artigos. Saiba mais sobre você! Descubra sobre Espiritualidade clicando aqui. |










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