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Lição da Feiticeira


Uma palestra, na qual a feiticeira Calina - do livro "O Alquimista no Reino das Sombras"-, revela como atrair a pessoa ideal para uma vida cheia de amor, como fazer voltar uma paixão considerada perdida, como se curar de uma doença física, ou como se programar para sonhar com os números da loteria, ou ainda...

Calina está explicando os procedimentos corretos para se fazer uma oração ou um trabalho de magia. Algumas mulheres assistem atentas, com os olhos pregados na feiticeira.
- Dona Calina, nós queremos que a senhora explique tudo em detalhes - diz uma das assistentes.
- Então vamos começar. É a nossa lição de hoje - diz a mulher. - Espero que cada uma de vocês procure compreender a importância dessa matéria. Muitas vezes deixamos de aceitar certas verdades por achá-las muito simples. No entanto, estou certa de que aquela que proceder corretamente com estes ensinamentos verificará, com surpresa, que todas as minhas afirmações são verdadeiras. Não se trata de simples teoria, e nem são palavras lançadas ao acaso. São as verdades fundamentais da vida. Em cada ser humano existe uma energia misteriosa, capaz de realizar prodígios maravilhosos. Mas esta energia encontra-se em estado latente. Isto é, oculta. Não aparente. Para acessá-la, torna-se necessário aprender a empregar os recursos de que dispomos. Quais são eles? Todos nós possuímos este recurso: "A fé carregada de emoção". Ou seja, "Acreditar sem duvidar, com o pensamento carregado de emoção", é a chave do segredo do poder da oração, e de toda magia, branca ou negra, da sorte ou do infortúnio, de tudo o que se fez neste campo através dos tempos até os dias de hoje. Muitas vezes dizemos que temos fé. Mas essa fé só tem valor se estiver carregada de emoção. Sem este sentimento, a fé não tem valor, e a magia não tem poder nenhum. A emoção, portanto, é a chave do segredo para que se possa acessar a energia misteriosa que existe dentro de cada um de nós.
- A senhora referiu-se à magia e à oração. Que tipo de magia e que tipo de oração? - pergunta uma das mulheres.
- Na lição de hoje nós vamos aprender tudo sobre as duas coisas - responde a feiticeira. - A magia é o meio de estabelecer uma relação pessoal com um objeto ou situação desconhecida, permitindo assim o conhecimento e controle dessa situação. Portanto, vamos começar pela magia.
- Uma maneira segura de atrair uma pessoa ou de fazer voltar uma paixão considerada perdida - diz Calina -, é fazer uma imagem, uma réplica do homem ou da mulher que se deseja atrair, com cerca de quinze centímetros de tamanho. Pode ser de massa, de parafina, de cera ou de pano. Com a poção do material a ser utilizado - massa, parafina, cera ou pano -, junta-se três pimentas do reino, moídas, e confecciona-se o boneco. Pinta-se os olhos com tinta preta e a boca com tinta vermelha. Como a réplica nunca é perfeita, semelhante ao original, escreve-se, numa pequena tira de papel, o nome da pessoa que ela representa. Abre-se-lhe uma fenda nas costas e aí coloca-se o papel com o nome dela escrito. Cobre-se com um pouco de massa para não ficar visível. Escreve-se, em letras de forma, num papel da mesma largura da figura, o talismã da Magia Sagrada de Abra-Melim. Um quadrado de letras capaz de realizar prodígios maravilhosos:
ROLOR
OFUBO
LUAUL
OBUFO
ROLOR
Cola-se nas costas da imagem. Molha-se a ponta de um alfinete em mel de abelha, e se espeta no peito do boneco, na região do coração, ferindo-o com amor. Durante este procedimento inicia-se a oração, concentrando-se e dirigindo a excitação emocional contra a figura, como se estivesse olhando para o rosto da própria pessoa. Agindo dessa maneira, a imagem passa a contar com uma vitalidade própria. Depois de alguns minutos nessa condição, guarda-se a imagem entre o colchão e o estrado de madeira da cama, na direção do travesseiro. Só pode ser retirada dali na próxima oportunidade, no momento de fazer outro exercício, quando se repete tudo outra vez, ferindo o coração da figura com amor.

Se alguém achar difícil fazer uma imagem da pessoa, pode se utilizar de uma fotografia de corpo inteiro, que os resultados serão os mesmos. Neste caso, o ingrediente mágico (pimenta do reino, moída) deve ser colado atrás da foto com algum tipo de cola que não solte com facilidade. Não precisa escrever o nome dela numa tira de papel, como no outro caso, mas sim na própria fotografia. O talismã da Magia Sagrada de Abra-Melim - o mago egípcio -, deve ser colado em cima do ingrediente mágico. Esta magia não falha. Foi utilizada no Egito e na Índia, na Grécia e em Roma, e ainda é muito empregada pelas bruxas de Salem, no estado de Massachusetts, nos Estados Unidos.
- E a oração a que a senhora se referiu? - pergunta uma garota sentada na fila da frente.
- A oração é muito importante, e é tão eficaz quanto a magia - diz Calina. - Na verdade não é bem uma oração. É muito mais um exercício do que uma invocação. Nós mesmos os criamos, de acordo com cada necessidade, obedecendo certas regras, que devem ser seguidas criteriosamente. Uma dessas regras é: A nossa oração ou o nosso exercício deve ser feito com poucas palavras. Por exemplo, se alguém deseja fazer um exercício para atrair o amor de certa pessoa, deve dizer apenas: "Fulano(a) me ama de verdade e eu sou muito feliz". São as palavras necessárias e suficientes. É uma oração para ser repetida, independente, ou num ritual de magia.
- Mas é só isso? Não parece uma oração... - diz uma das assistentes.
- É só isso, mas é preciso saber fazer - diz a mulher. - Ainda nesta lição eu vou explicar em detalhes todos os procedimentos. A outra regra é: As palavras, ou os verbos empregados no exercício, devem ser colocados no tempo presente, e nunca no futuro.

Por exemplo, nunca se deve dizer: "Fulano(a) me amará de verdade", porque a frase não define o tempo de ação, e, portanto, não funciona. E a terceira regra é: Todo exercício ou trabalho deve ser praticado com amor no coração. Talvez uma espécie de amor universal. É o procedimento correto em qualquer situação. Embora não pareça, estas regras são muito
importantes.
- Dona Calina, a senhora ainda não explicou como empregar a emoção - diz outra mulher.
- Bem, como eu já disse antes, o segredo da eficácia do nosso exercício ou do nosso trabalho, depende da fé e do grau de emoção de cada pessoa. Portanto, no momento da nossa oração, é preciso, antes de tudo, elevar a nossa sensibilidade ao máximo, para alcançar o impulso emocional necessário.
- Nem todas as pessoas são sensíveis, senhora - interrompe uma das assistentes.
- Na verdade, umas são mais sensíveis do que outras, mas todas têm sensibilidade - diz ela. - Se, ainda assim, não conseguirmos sentir a emoção desejada, devemos procurar, nos arquivos da nossa mente, uma situação ou passagem da nossa vida que possa trazer emoção. Devemos buscar um sentimento, uma lembrança, uma saudade, ou alguma coisa que tenha nos comovido, ainda que em outros tempos. Não uma emoção fraca, debilitada. Mas um sentimento forte, ardente, capaz de provocar reações profundas, tais como choro ou arrepios. Repito: é a chave do segredo do poder da oração e de toda e qualquer magia. Sem este sentimento, a fé não tem valor, não tem o poder de operar milagres. O próprio Jesus comovia-se cada vez que tinha de realizar um milagre:
"E quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único da sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade. E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores. E, chegando-se, tocou o esquife e disse: Mancebo, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto levantou-se, e começou a falar". (Lucas, capítulo sete).
Os exemplos são muitos. Eu citei apenas um, mas a Bíblia está cheia de relatos dessa natureza - continua.
- A senhora está querendo dizer que uma pessoa comum pode realizar um milagre? - pergunta outra mulher.
- Sim, é verdade - diz a feiticeira. - Em certas circunstâncias uma pessoa comum pode até operar milagres. Depende da fé e do grau de emoção alcançado no momento da oração ou do trabalho mágico. Somos todos partes da criação de Deus, e só nos falta descobrir o que já existe dentro de nós, para acreditar em nossas próprias energias.
- Então existe uma oração para cada caso? - pergunta outra assistente.
- Como eu já disse antes, as orações ainda não existem. Nós as criamos de acordo com a necessidade.
- A senhora poderia criar algumas, para que possamos empregá-las nos casos mais comuns da vida cotidiana? - solicita uma das mulheres.
- Sem dúvida nenhuma - diz Calina. - Nós dissemos anteriormente que, se alguém deseja atrair o amor de certa pessoa, basta dizer: "Fulano(a) me ama de verdade e eu sou muito feliz". Esta é uma oração para ser empregada por qualquer pessoa, em qualquer circunstância, sem distinção, independente, ou num ritual de magia. No caso de querer fazer voltar um grande amor, ou uma paixão considerada perdida, basta dizer: "Fulano está voltando para mim, e me ama de verdade. Nós somos muito felizes". Em alguns dos nossos exercícios é recomendável colocar o nome de Deus em primeiro plano, como, por exemplo, "O poder infinito de Deus" ou a "Inteligência Infinita de Deus" está realizando tal coisa. Porque quem transporta o objeto criado em nossas mentes para o mundo real, é a centelha divina presente no espírito de cada um de nós. Por exemplo, se alguém está doente e deseja fazer uma oração para se curar, deve dizer: "A Inteligência Infinita de Deus está me curando". Ou "A Inteligência Infinita de Deus está fluindo através do meu corpo e está me curando".
- Dona Calina, qual é o procedimento para fazer tudo isso que a senhora está explicando? - pergunta uma das assistentes.
- Bem, em condições normais, é preciso, antes de qualquer trabalho ou exercício, colocar o corpo e espírito na melhor condição para recebê-lo. Devemos relaxar e meditar pelo menos dez minutos cada vez que tivermos de orar, fazer um trabalho de magia, ou pedir alguma coisa. Como a nossa mente é geralmente muito dispersa, divagando e distraindo-se com freqüência, a primeira recomendação é procurar manter o pensamento fixo no objetivo. Na verdade, não é fácil manter a mente concentrada. Passamos uma boa parte do tempo tentando trazê-la de volta para o objeto de concentração. O procedimento é o seguinte:

Sentada(o) confortavelmente - ou deitada(o) no caso da oração -, fechar os olhos e soltar os músculos e nervos de todo corpo. Fazer uma contagem regressiva de dez até um. A cada número contado, fazer uma inspiração e uma expiração, lentamente. Elevando a sensibilidade ao máximo, dirigir o pensamento para aquela situação já escolhida, que possa colocar em evidência um sentimento emotivo profundo. Concentrar-se durante alguns minutos nessa situação. Neste momento, começar a fazer o pedido ou oração, repetindo vagarosamente, e construindo ao mesmo tempo, dentro da mente, o quadro do objetivo a ser atingido. No caso do trabalho mágico, dirigir a excitação emocional contra a figura, como se estivesse olhando para o rosto da própria pessoa. Depois de alguns minutos nessa condição, sair lentamente do estado de emoção e passar para a convicção, até a aceitação total, onde já não exista dúvida quanto à realização do fim almejado. O pensamento deve convergir para o objetivo ou objeto, com determinação, e com absoluta convicção, mas sem esforço físico.
- Por que a senhora disse "em condições normais"? - interrompe uma das mulheres.
- Para desfrutar dos completos benefícios desses exercícios, deve-se praticá-los duas vezes ao dia, durante o tempo que se fizer necessário. Geralmente uma semana é suficiente para a maioria das pessoas. O melhor horário é à noite, antes de dormir, e de manhã, antes de levantar. Mas, em certas circunstâncias, numa emergência, por exemplo, pode-se praticá-los a qualquer hora do dia ou da noite, sem ter que recorrer aos exercícios de relaxamento; muitas vezes aproveitando uma emoção que surgiu de repente, por um motivo qualquer.
- Eu só posso me utilizar dos exercícios que a senhora mencionou até agora? - indaga uma garota, muito interessada.
- Não - diz a feiticeira. - Os exemplos acima não significam que é preciso repetir exatamente as orações que sugerimos. Fora o trabalho de magia, que não pode ser alterado, cada pessoa pode seguir o próprio roteiro, usando as próprias palavras e pedindo aquilo que lhe convenha, aquilo que mais almeja. Por exemplo, antes de realizar um negócio importante, na preparação de um encontro, de uma prova, de uma viagem, ou em qualquer situação difícil da vida. Você pode até se programar para sonhar com os números a serem sorteados pela loteria.
- É possível fazer isso? - pergunta um rapaz que acaba de entrar e sentar-se.
- É possível, sim - responde a mulher. - Existe um processo eficaz que pode ser empregado por qualquer um de nós. Até há pouco tempo acreditava-se que apenas algumas pessoas eram dotadas do poder da premonição (conhecimento antecipado de coisas e fatos). As últimas pesquisas, porém, permitiram comprovar que todo indivíduo tem esta capacidade, em maior ou menor grau, e uma boa parte já chegou a vivencia-la. Quem já não sonhou com alguma coisa que veio a ocorrer no dia seguinte, ou algum tempo depois? É um fenômeno inerente ao ser humano. Entre os casos mais famosos, de premonição em sonho, podemos mencionar aquele do presidente americano, Abraham Lincoln: Alguns dias antes de ser assassinado, sonhou com o seu próprio corpo sendo velado num salão da Casa Branca. É baseado neste princípio, nesta característica da pessoa humana, que o nosso sistema funciona.
- Este assunto não é novo - diz Calina. - Jean Paul, escritor romântico alemão, e Hervey de Saint Denis, professor francês, antes mesmo dos estudos de Freud, fizeram experiências científicas e conseguiram introduzir imagens e temas nos sonhos. Dom Juan, o feiticeiro de Castañeda, quando ensinava ao seu discípulo como "sonhar", para se tornar um homem de conhecimento, recomendava que o seu aluno devia começar olhando para as mãos durante o sonho. Segundo ele, não era só olhar para as mãos. Precisava manter a visão delas até alcançar um controle preciso da situação. O nosso sistema é um pouco diferente, mas o princípio é o mesmo. Em vez de olhar para as mãos, durante o sonho, procuramos reter a consciência e impor a nossa vontade, para controlá-lo. Mas, para alcançar este objetivo, precisamos nos preparar. O processo é o mesmo empregado em todas as situações anteriores: "Acreditar sem duvidar, com o pensamento carregado de emoção". Procedimento:
Sentado ou deitado, fechar os olhos e soltar os músculos e nervos de todo o corpo. Fazer uma contagem regressiva de dez até um. A cada número contado, fazer uma inspiração e uma expiração, lentamente. Elevando a sensibilidade ao máximo, dirigir o pensamento para uma situação que possa fazer emergir, do fundo da alma, um sentimento emotivo profundo. Concentrar-se durante alguns minutos nessa situação. Neste momento, começar a fazer o exercício, repetindo vagarosamente, quantas vezes se fizer necessário:
"Durante esta noite, que ainda está começando, eu sonho com os números que serão sorteados na extração da loteria de amanhã".

Ainda concentrado, construir, dentro da mente, uma tela branca ou azul, onde os números deverão aparecer durante o sonho. Pode ser uma visão ampliada da figura do bilhete no qual se fará o jogo. Se houver dificuldade em focalizar a tela, basta deixar-se sentir que ela está lá. Funciona do mesmo jeito. Na verdade esta imagem serve apenas como referência, pois, objetos familiares podem adquirir conotações totalmente diferentes na hora do sonho.
Ainda assim, é preciso dirigir a excitação emocional contra a tela ou a figura, enquanto durar o exercício. Depois de alguns minutos nesta condição, sair lentamente do estado de emoção e passar para a convicção, até a aceitação total, onde já não exista dúvida.
- Durante o sonho, os números nunca aparecem onde se espera - diz a mulher. - Às vezes surgem numa rua, numa tábua, numa parede, numa pedra, ou em qualquer lugar ou objeto. O que precisamos fazer é procurar reter a consciência e impor a nossa vontade para poder encontrá-los. Não é uma tarefa fácil quando se está sonhando, mas não é impossível. Na maioria das vezes não existe uma correspondência direta entre os números sonhados e aqueles sorteados pela loteria. Neste caso, deve-se fazer uma combinação, até se chegar a eles.
- Existe alguma prova real, que a senhora pudesse nos mostrar? - pergunta o rapaz.
- Sim, existe - diz ela. - Um dos nossos alunos fez um exercício para descobrir os números da Mega Sena e sonhou com as seguintes dezenas:
02 - 03 - 08 - 09 - 36 - 59.
Verificando o resultado, constatou que os números sorteados foram:
01 - 05 - 13 - 25 - 31 - 33.

Fazendo algumas comparações, observou o seguinte: A diferença entre as duas primeiras dezenas sonhadas, correspondia ao primeiro número sorteado, e a soma das duas dezenas, correspondia ao segundo. Resolveu, então, fazer uma tabela de correspondência:
Números sonhados - 02 - 03 - 08 - 09 - 36 - 59.
Números sorteados - 01 - 05 - 13 - 25 - 31 - 33.
3 - 2 = 1 primeira dezena sorteada
3 + 2 = 5 segunda dezena sorteada
5 + 8 = 13 terceira dezena sorteada
13 + 9 + 3 = 25 quarta dezena sorteada
25 + 6 = 31 quinta dezena sorteada
31+ (3 - 1) = 33 sexta dezena sorteada

Para finalizar o nosso trabalho, cada um(a) de vocês deve procurar descobrir de onde vieram os números 3, 6 e (3-1), que aparecem nas últimas dezenas sorteadas. Este resultado é suficiente para comprovar a eficácia do nosso processo. Observações: Não esquecer aquelas regras, explicadas no início, porque são muito importantes. É conveniente repetir a oração ou exercício em voz baixa, audível apenas ao ouvido, ou só mentalmente. Recomenda-se não revelar o seu propósito a ninguém, para não perder o efeito, e adverte-se de que não se pode brincar com o talismã da Magia Sagrada, que é muito perigoso.
- Dona Calina, como se pode acreditar sem duvidar? - pergunta uma senhora que até então permanecia calada.
- Certamente muitos não acreditam porque não conseguem colocar certas verdades dentro da moldura estreita da sua compreensão. Mas os exemplos estão em toda parte, aqui e ali, diante de nós, brilhando através de cada reflexo que os olhos alcançam. Como disse um certo poeta, "O mundo é a encarnação da ordem. Cabe a nós nos colocarmos em harmonia com essa ordem" diz a feiticeira, encerrando a palestra.



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