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A razão, o coração e as escolhas



Na vida, estamos o tempo todo fazendo escolhas (conscientes e inconscientes), desde a hora em que acordamos até a hora de dormir, desde as mais simples, como que roupa vestir, o itinerário a seguir da casa para a escola ou trabalho ou o que comer.

Também temos escolhas mais complexas, que envolvem, por exemplo, o casamento, casar ou continuar solteiro, separar ou manter a relação, aceitar um novo trabalho se desligando do atual ou recusar a oferta, enfim, quanto mais experientes na vida nos tornamos, nós passamos a ter que realizar escolhas mais complexas, sejam quais forem e nossa responsabilidade aumenta pelo peso da experiência de vida, conforme a formos adquirindo.

Mas, entre a dúvida e a certeza, como se comportar mediante as escolhas que obrigatoriamente temos que fazer?
Este é um tema que exige de nós observação dos sinais internos e externos que a situação da escolha apresente.

Quando estamos em dúvida, avaliamos no mínimo duas possibilidades, uma de sermos bem-sucedidos e a outra de sermos mal sucedidos, a velha expressão: “Será que isso vai dar certo?”

Mas, apesar de tudo, todos nós temos no mínimo duas ferramentas de consulta para nos guiar nas escolhas mais complexas, uma é a experiência de vida registrada que nos permite comparar e raciocinar sobre as situações pelas semelhanças e diferenças e a outra é a intuição, é o sinal interno que devemos observar e consultar sempre.

Então, estamos unindo a experiência(o racional), o conhecimento de acontecimentos de fatos anteriores com a intuição do momento ou seja, registros do passado somados à percepção sutil(a energia) do momento presente.

O coração é a melhor parte de nós para que observemos. Se antes de tomarmos as decisões, fizermos um breve exercício acalmando a mente e nos concentrando no centro do coração mentalizando  a escolha “A”, então, devemos focar qual o sentimento que se faz presente, e depois a escolha “B” e da mesma forma observar, sempre o sentimento de conforto e bem-estar será a escolha mais adequada para si.

O equilíbrio entre razão e sentimento deve sempre prevalecer, porque não podemos descartar nossas experiências pessoais externas e nem os sinais internos, aqueles que brotam do coração.

É correto afirmar que uma situação nunca será exatamente igual á outra, sabendo disso, devemos observar bem quais são os fatores que diferenciam e assemelham as situações que estivermos avaliando.

Meditar ou fazer uma prece solicitando orientação superior também são ferramentas muito válidas porque podem facilitar todo o processo de avaliação interna.

Sejam felizes fazendo suas escolhas em equilíbrio, com a razão e o coração.

João Sposito – Brasília DF

Setembro 2018

Texto Revisado

Publicado dia 27/9/2018
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Autor: JOÃO LUIZ SPOSITO   
João Sposito, atende em Brasília-DF, Terapeuta em Bio energética(par magnético), Reikiano, cromoterapeuta, espiritualista desde 1998, realiza assessoria espiritual personalizada e aconselhamento. Agendamento de consultas: presencial e a distância, (61) 982247680 whatsapp.,
E-mail: jlsposito@hotmail.com | Mais artigos.

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