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AS TERAPIAS ALTERNATIVAS RESOLVEM PROBLEMAS?



Essa é uma pergunta que a maioria das pessoas se faz. Algumas céticas são categóricas em afirmar que não e ainda há as que afirmam com a maior certeza que sim, claro que funcionam!

Entretanto, eu diria que ambas têm razão. As terapias alternativas existem para complementar, preencher aquilo que está faltando. Vamos ao significado literal das chamadas Terapias Alternativas Complementares.

1. Alternativa – a definição do dicionário Aurélio é: “1. aquilo que se diz ou faz com alternação; 2. que vem ora um, ora outro, alternado; 3. diz-se das coisas a que mais convenha”. Assim sendo, podemos definir como “opcional”, uma escolha feita pelo indivíduo;
2. Complementar – “preencher aquilo que não está completo, onde falta algo”. No caso, a saúde em qualquer nível: físico, mental, emocional ou espiritual.

E há ainda a nomenclatura “medicina holística”, então vejamos:
3. Holístico: por definição dicionarizada, o termo tem sua origem na palavra inglesa "whole", que vem a ser "todo, totalidade, completude". E como adjetivo consta como: “inteiro, saudável, livre de doenças”.

Assim sendo, é bom esclarecer que na primeira definição – alternativa - em nenhum momento falou-se em “substituição”; na segunda, eu iria um pouco mais além e diria que o que não está completo é o indivíduo – está faltando algo em algum nível. E na terceira, creio eu, a função principal de nossa existência é tornarmo-nos inteiros.

Se alguém está doente a primeira providência deverá ser procurar um médico. Ocorre que com a cisão da medicina em especialidades, as coisas ficaram bem mais difíceis, posto que se o problema é no estômago, vai-se a um especialista da área, faz-se uma bateria de exames, toma-se remédios e...

Acham que eu esqueci alguma coisa? Não. A medicina esqueceu. Somos um complexo de sistemas: nervoso, digestivo, circulatório, respiratório, geniturinário, límbico e endócrino. Ah... aqui preciso interromper essa lista para falar que vamos encontrar na produção de hormônios a causa da maioria dos males que acometem a nossa saúde. Assim, vou simplificar dizendo que nosso cérebro está no comando, em parceria com o sistema glandular, que por sua vez está totalmente em conexão com nossas emoções. É aí que está o mistério, bem como também a resposta.

Em vários ambientes que trabalho não posso falar em chacras, já que as pessoas torcem o nariz achando que é “papo esotérico”. É simples: é só falar em sistema endócrino, hormônios e centros de energia, que consigo a atenção e o aval de todos. Meu Deus! É a mesma coisa com nomenclaturas diferentes! Vamos ver?

O sistema endócrino é composto de oito glândulas, produtoras de hormônios, porém não apenas estas produzem hormônios, mas também o fígado, os rins e os intestinos.

- Supra-renais: produzem cortisol, noradrenalina e adrenalina. Esta, a adrenalina, é responsável pelo controle de gorduras e proteínas, pela elevação do nível de glicose no sangue, pelo equilíbrio de sais minerais e água do corpo, e ainda pela contração dos vasos sangüíneos. Além de ter influência sobre os impulsos sexuais. Localizam-se acima dos rins. O córtex supra-renal produz os corticosteróides. A medula supra-renal é uma extensão do sistema nervoso, produz norepinefrina e epinefrina (adrenalina), que é liberada como reação ao medo e à tensão. Em linguagem esotérica, corresponde ao centro de energia chamado chacra básico ou raiz. Assim, os órgãos relacionados são: ossos, sangue, coluna, músculos, pés, pernas, rins, reto.

- Gônadas: produzem estrogênio, progesterona e testosterona, controlam o impulso sexual, a distribuição de gordura no corpo e estão ligadas inclusive ao aprendizado, pois ajudam a fazer cognições. Também têm influência sobre as emoções. Corresponde ao centro energético conhecido como sacro ou chacra sexual. Órgãos relacionados: intestino grosso, pélvis, bexiga, órgãos sexuais, apêndice.

- Pâncreas/baço: o pâncreas produz insulina e o baço é responsável pela filtragem do sangue, inclusive destruindo células que não mais servem ao sistema circulatório, ajudando a combater infecções. Corresponde ao Plexo Solar. Órgãos: estômago, fígado, abdômen, vesícula biliar, intestino delgado, diafragma e os próprios pâncreas e baço.

- Timo: responsável pela produção de um hormônio chamado timosina, sistema imunológico. É o guardião do corpo humano. Corresponde ao Centro Cardíaco. Órgãos: coração, sistema circulatório, pulmões, seios, diafragma, mãos, braços, costela e ombros.

- Tireóide/paratireóide: estimula o organismo e ajuda a determinar o humor e o ritmo do corpo. Produz T3 e T4. Centro de força laríngeo. Órgãos: boca, dentes, traquéia, garganta, gengivas, dentes, ombros, mandíbula, mãos, braços, pescoço e sistema respiratório. Está relacionada ao hipotálamo, que é nosso sistema de luta e fuga (intimamente ligado ao primeiro centro-energético).

- Hipófise (ou pituitária): glândula central do sistema endócrino. Responsável pelo estímulo ou inibição das outras glândulas para a produção do quanto de hormônios será necessário para o indivíduo nas situações cotidianas, a fim de manter o equilíbrio corpóreo. Recebe estímulos do hipotálamo. Atua sobre vários órgãos diretamente (supra-renais, tireóide, gônadas e mamas), afetando as emoções e as cognições. Relacionado ao chacra frontal.

- Pineal: ajuda a regular o sono, está ligada às emoções e às funções cognitivas. Produz melatonina. Chacra frontal.

A Pineal e a Hipófise são responsáveis pelos seguintes órgãos: cérebro, sistema nervoso autônomo, olhos, ouvido, nariz.

Bem, após toda essa conversa alguém tem coragem de dizer que o especialista sozinho vai resolver um problema de saúde? Repito a pergunta com relação às terapias alternativas. Entretanto, não gosto de perguntas no ar, portanto eu mesma respondo.

Se uma pessoa tem um problema de saúde, ela, sem sombra de dúvidas, deve procurar um médico, porém o segundo passo deve ser o “olhar para dentro de Si Mesma” em busca da situação que causou aquilo e a melhor alternativa (estão vendo? Poderia substituir pela palavra “opção”!) para isso são as terapias alternativas e complementares, e “last but not least” (por último mas não menos importante) é ela mesma encarar a “medicina alternativa” como cuidados pessoais, com o carinho e atenção que dedicaria ao ser mais amado: Ela Mesma. Assim, participando do próprio processo de cura, a pessoa se assegura de não mais permitir aquela situação que gerou a doença.
Médicos costumam dizer assim: "fulano fez uma gastrite". Credo! Assim dá uma conotação de que ele quis aquilo ou é "culpado" por estar doente. Somos participantes de situações que redundam em doença, mas não as fazemos. Se fosse assim, além de ficar doente o sujeito ainda levar a culpa é um pouco demais, não acham?

Na próxima semana vamos falar sobre as possíveis desestruturas físicas causadas pelas emocionais, ok?

Pesquisas em sites estrangeiros geraram uma apostila de minha autoria da qual retirei alguns trechos.

Texto revisado por Cris
Publicado dia 4/7/2007

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Autor: Valeria Trigueiro   
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