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Você julga o outro constantemente?



 Veja as 5 dicas para você mudar esse hábito
Você já ouviu um ditado que diz assim: quando Pedro me fala sobre Paulo, sei mais de Pedro do que de Paulo? É o exemplo usado pelo criador da psicanálise, Sigmund Freud, quando diz que "o homem é dono do que cala e escravo do que fala".
Esta é uma grande verdade considerando que as palavras têm poder tanto de construir quanto de destruir. Quando o seu uso é positivo, enfatizando qualidades do outro, valorizando os seus feitos, você constrói, fortalece relações interpessoais, há uma aproximação dos corações.
Por outro lado, se as palavras são usadas de forma negativa, ressaltando erros, pontos negativos do outro e, às vezes, inverdade, há uma destruição das relações, da autoestima, da esperança, portanto, os corações se afastam, você se torna escravo das palavras mal ditas.


Atente-se sempre ao seu pensamento para selecionar o que convém, ou não, dizer. Vale ressaltar que a mensagem é transmitida de várias formas.
A fala é uma dela, porém, o silêncio, o gesto, o olhar também são usados para transmitir uma mensagem. Se esta for um julgamento, você se desnuda diante do outro, pois é a sua identidade que será revelada ao outro. O que você diz sobre o outro é o seu ponto de vista que difere do meu e do ponto de vista do outro. Ainda há um ponto muito importante: contamos com a subjetividade das pessoas na interpretação do dito, do não dito e do dito de forma não verbal.


Sendo assim, " sabe qual é a coisa mais linda que você pode fazer por alguém? Poupá-la do seu julgamento. Afinal, ao julgar alguém, você fala sobre si".
Seguem as cinco dicas:
1) Controle os seus pensamentos. Sempre que pensar em algo negativo, diga, cancelo, cancelo, cancelo e, imediatamente, pense em algo positivo.
2) Se falar algo negativo sobre alguém, fale duas coisas positivas sobre essa pessoa.
3) Sempre que uma pessoa se aproximar de você fazendo julgamentos de outra, você , em vez de dar prosseguimento ao julgamento, diga: interessante o seu ponto de vista. Certamente, o outro pensará duas vezes antes de fazer um comentário maldoso sobre alguém, com você.
4) Quando uma pessoa emitir um julgamento sobre o outro com você, devolva o julgamento em forma de pergunta, assim você ajudará o outro a pensar nos seus julgamentos. Exemplo: "Teresa fez um corte de cabelo que não combinou com o rosto dela" Você pode dizer: Será que o corte de cabelo que a Teresa fez não combina com o rosto dela?
5) Crie o hábito de edificar as pessoas fazendo elogios "sinceros" sobre aparência, roupas, atitudes, habilidades... Quando você busca o positivo, o hábito da crítica negativa, do julgamento tendem a se afastar de você.
Vivemos numa socidade cuja cultura evidencia os "erros' com facilidade e tem dificuldade de reconhecer os "acertos".
Você pode pensar: "mas todo mundo faz assim", digo, não!
Nesta frase, você você cometeu dois equívocos. O primeiro é que não é todo mundo que age assim. Há muitas pessoas do bem que agem assertivamente e buscam a sua evolução pessoal constantemente. O segundo equívoco é que você não é todo mundo. Cada ser humano é único e tem o livre arbítrio, portanto, livre para fazer escolhas e responsabilizar-se por elas.
Você já foi mal interpretado por alguém? Em que situação? Conte-nos aqui 


Texto Revisado

Publicado dia 17/4/2018
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Autor: AILZA GABRIELA ALMEIDA AMORIM   
Ailza Amorim é Mestre em Educação, Palestrante, Terapeuta Aura Master, Reikiana e Practitioner de Barra de Access. Foca no autoconhecimento por acreditar que este é a base do desenvolvimento humano e para a prosperidade plena. Para saber preços e conhecer os pacotes de serviços: (38) 988539363 - ailza.amorim@gmail.com
E-mail: ailza.amorim@gmail.com | Mais artigos.

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