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A importância da sustentabilidade emocional

por Heloísa Capelas
A importância da sustentabilidade emocional

Publicado dia 20/7/2012 em Corpo e Mente

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Com prática, paciência e persistência, você pode sustentar-se emocionalmente e ter a vida que merece e escolhe a cada dia.

Programas entusiasmados que provocam motivação pontual não se efetivam na vida das pessoas. É preciso disciplina mais do que entusiasmo, é preciso determinação mais do que motivação, é preciso vontade mais do que necessidade.
Buscar autoconhecimento é escolha, uma opção de vida para aqueles que querem a felicidade e o bem-estar como valores constantes em suas vidas. Normalmente, nós esperamos a doença para pensarmos na saúde, esperamos a velhice para pensarmos na juventude e esperamos a morte para pensarmos na vida. O autoconhecimento propõe mudar esse caminho.
Saúde é conquista, juventude é energia, e vida é oportunidade. Como você está conquistando, validando e sustentando sua juventude - ou, ainda, sua energia - e aproveitando a oportunidade que a vida lhe oferece para ser feliz agora?
Essa pergunta, nos meus últimos 20 anos de trabalho com transformação pessoal e aumento da inteligência emocional, social e espiritual, tem sido a mais difícil de ser respondida. A falta de contato com o próprio coração, a necessidade de atender às expectativas externas, a vontade de pertencer a um grupo e de estar na "moda" são fatores que, na maior parte do tempo, têm impedido as pessoas de identificarem suas próprias necessidades e vontades.

Consciência e presença
Dizer que é preciso ouvir o coração e fazer aquilo que ele lhe pede, para alguns, é egoísmo ou arrogância, mas, para nós, é consciência e presença. Como você pode cuidar de alguém se não se sente cuidado? Quando cuidamos do outro na carência, em nosso inconsciente, estamos pedindo para que o outro faça isso por nós também. Por outro lado, quando o cuidado vem de um coração tranquilo e preenchido, transforma-se em uma ação espontânea e leve que não cobra e nem espera a devolução do amor.

Vivemos num momento em que as pessoas dizem que não vale a pena amar, pois o outro não lhe devolve "na mesma moeda". Por que deveria? Você ama e cuida por que quer ou por que precisa que o outro ame e cuide de você?
Aí está a diferença entre carência e amor próprio. Autoamor é dar sem esperar nada em troca, ou seja, uma escolha consciente. Já a carência é necessidade de que alguém faça por você aquilo que só você pode fazer com precisão, ou seja, amar-se.
Autoconhecimento gera autoestima. Autoestima, por sua vez, aumenta sua energia positiva e consequentemente produz saúde. Já a saúde traz longevidade e mais oportunidade de viver o presente com alegria e satisfação. Toda essa conquista vem, sem dúvida nenhuma, da capacidade de amar a si mesmo incondicionalmente e, para ser capaz disso, é preciso descobrir que o amor vem de dentro e que todo ser humano já nasce com essa capacidade.

Paciência, persistência e prática
Se você já descobriu, com a experiência, que amar é um exercício que exige paciência, persistência e prática, pode deduzir que, com esses três "Ps", existe a possibilidade de sustentar-se emocionalmente e ter a vida que merece e escolhe a cada dia.
Porém, se esse aprendizado ainda lhe parece complexo, vale lembrar que existem ferramentas capazes de facilitar sua trajetória. Reconhecido mundialmente como um dos treinamentos mais eficazes na mudança de paradigmas pessoais, o Processo Hoffman proporciona todo o apoio necessário, já que promove o autoconhecimento e estimula o desenvolvimento da Competência Emocional.

Realizado pelo Centro Hoffman, o treinamento tem duração de oito dias e, entre outras coisas, desperta a consciência individual sobre padrões comportamentais e mentais negativos que têm sido reproduzidos pelo aluno ao longo de toda a sua vida. A partir dessa consciência, o participante ganha a oportunidade de transformar tais padrões em benefício próprio e, também, em benefício de todos aqueles que o rodeiam.
A mente desperta ensina, naturalmente, que todas as transformações demandam alguma dedicação para que sejam instauradas de forma permanente. Cada uma de nossas escolhas nos leva a um caminho. Basta, então, que tenhamos coragem, consciência e sabedoria para decidirmos qual caminho nós vamos seguir.
Texto Revisado

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Sobre o Autor: Heloísa Capelas   
Heloísa Capelas é especialista em desenvolvimento humano por meio do autoconhecimento e da competência emocional. Autora de "O mapa da felicidade" e "Perdão: a revolução que falta". Ministra a metodologia Hoffman no Brasil.
E-mail: [email protected]
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