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Consolo de felinos e amparadores aos tutores enlutados


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Quando trazemos um PET para morar conosco, não podemos imaginar que os vínculos afetivos ficarão tão fortes. E, quando ele parte: desabamos, perdemos o chão, sentimos o coração dilacerado, pensamentos de culpa e tristeza se apoderam de nós!
Ao mesmo tempo, nos questionamos sobre a vida além da vida: onde estará? Será que está sofrendo? Estará com frio? Quem vai dar comida e água? Tudo isso é natural de pessoas que amam os animais, como companheiros de jornada afetiva. Seres iluminados que olham por tutores (as) e por eles(elas), sabem como é grande o nosso amor, e como sofremos com esta separação. Por isso, nos pedem para trazer um pouco de conforto e esclarecimento.

Ao falecer, os amados PETs são auxiliados por amparadores, dedicados ao desprendimento do corpinho físico, e encaminhamento para locais preparados para recebê-los, carinhosamente. Continuam vivos! Não passam fome, nem sede, nem frio. Conforme a causa que os levou a morte, são tratados por veterinários e terapeutas e, rapidamente, se recuperam. Há vários relatos a respeito nos livros do Marcel Benedeti.

Temos recebido recados, dos próprios animais, nos contando como foi a sua passagem, por intermédio do processo de comunicação entre consciências. Observamos que cães e gatos, mantém a mesma personalidade e individualidade que demonstravam em casa. E todos demonstram afeto pelos tutores, não os culpam por nada.

Por exemplo, o gatinho Ravi, agredido por cães, enfartou de pânico. Contou que sentiu braços carinhosos, de uma pessoa desconhecida, colocando-o junto ao seu peito, onde adormeceu. Percebeu, mesmo sonolento, que estavam cuidando dele. Acordou bem disposto, sem nenhum ferimento nem dor, em um sítio, onde havia outros gatos. De noite, ele costuma se aproximar de seu antigo lar. Quando a tutora se deita, ele se acomoda perto do travesseiro, fazendo companhia enquanto dorme. E, quando acorda, ela sente que sonhou com ele. Boa maneira de atenuar a saudade.

Ravi nos disse que os gatos gostam de balançar o coração dos humanos. Explicam que nossos caminhos não se cruzam por acaso. Vieram para nos ajudar a ter um outro olhar para a vida. Ensinam que há muitas formas de aprender a amar, e que a dor faz parte deste aprendizado. É, com certeza, eles vieram para dulcificar nossos corações.

O mentor de uma tutora, cujo gatinha faleceu devido a muitos ferimentos, disse que há coisas que nos escapam a compreensão, na nossa maneira limitada de ver, pois há algo maior a comandar nossos destinos, nossas vidas. Explicou que estamos aprendendo a purificar nossos corações, seja pelo amor que recebemos e doamos aos PETs, seja pelas dores decorrentes de enfermidades do corpo e da alma, como também por acidentes, que nem sempre podem ser evitados. Ressalta que: “tudo tem sua razão de ser e, o que hoje custamos a aceitar e a compreender, um dia fará sentido”. 

Outro amparador deixou o seguinte recado: “viemos nesta vida, para aprender a amar uns aos outros, como a nós mesmos, a compreender uns aos outros, como a nós mesmos, incluindo os animais de estimação, e assim estaremos nos aproximando mais de Deus”.

São Paulo, 26.06.2022

Texto Revisado

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Conteúdo desenvolvido por: Íris Regina Fernandes Poffo   
Bióloga, espiritualista, terapeuta holística e escritora.
E-mail: [email protected] | Mais artigos.

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