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Meu bichinho se foi, e não consigo aceitar!


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Aquele(a) companheiro(a), cão ou gato, passarinho, cavalo, ou de outra espécie, que você tanto estimava faleceu, levando junto um pouco de você? E está difícil aceitar o que aconteceu? Vamos nos ajudar?

Nascer, crescer e morrer faz parte do ciclo da vida de todos seres vivos, das flores, das árvores, dos animais silvestres, dos animais de estimação e de nós animais humanos.O nascimento só tem uma porta de entrada, pelo ventre da mãe. Mas, o falecimento tem múltiplas portas de saída: alguns partem jovens ainda, outros por acidentes, ou por enfermidades diversas, ou por parada cardíaca, entre outras causas. E, há os mais idosos, que se despedem quando a velhice toma conta do seu corpinho frágil.

Tente alargar seus horizontes, pelo lado espiritual: o corpo físico perece, a alma (ou o espírito) que animou o corpinho do seu companheiro, ou da sua companheira, continua viva, assim como era antes de renascer. Portanto, quem desfaleceu foi o corpo físico, não ele (a). Pois, não somos este corpo! Somos seres espirituais, indo e vindo do mundo espiritual para o mundo terreno, e vice versa, para desenvolvermos a mais sublime virtude, que é aprender a amar ao próximo como a si mesmo(a), de maneira altruísta e benevolente!

Na maioria das vezes, não aceitamos que a indesejável partida ocorra. Principalmente, se foi repentina, e/ou se não estivermos perto, nessa hora. Emerge um grande sentimento de frustração, de impotência. Mas, se ele (a) partiu, da maneira que foi, algum motivo maior deve haver. E, como não entendemos, nem aceitamos o que nos foge do controle, tendemos a nos culpar ou a culpar alguém. Tendemos a duvidar da competência dos veterinários, e nos revoltamos contra eles. Nos revoltamos contra Deus, contra todos e contra tudo, porque o bichinho amado morreu, e ninguém fez nada para salvar a vida dele! Não é assim que pensamos? E, isto também ocorre quando um ente querido humano falece.

É importante aprendermos a aceitar aquilo que não podemos mudar! Temos todo o direito de fazer nossas próprias conclusões, mas, nossos conhecimentos são limitados, nossos sentimentos são egocêntricos, e temos a tendência de não aceitar o que vem de encontro com nossos sonhos e expectativas. E o desespero nos cega, muitas vezes, diante de tudo isso! Portanto, não aumente ainda mais a dor da saudade nestes momentos de sofrência. Com o passar dos meses poderemos entender melhor, de tudo um pouco!

Dra. Elisabeth Kübler-Ross, célebre psiquiatra internacional, no seu livro Sobre a Morte e o Morrer (2005), explica que é inconcebível aceitar a morte, porque não nos preparamos devidamente para este momento. Tanto ela, como os outros especialistas no assunto, identificaram quatro reações muito comuns: a negação, a raiva, a tristeza (e a depressão) e, a aceitação. Aceitamos, quando é possível ressignificar o fato, ou seja, fortalecer-se na auto ajuda para superar a dor, nos esforçando para ver o que passou de outra maneira. E a ajuda de terapeutas é essencial. Porém, algo é certo, quanto mais materialista, orgulhosa e egoísta for a pessoa enlutada, mais tempo levará para superar esta fase tão dolorosa da vida.

Permita-nos mostrar o lado espiritual dos fatos. Sobre a clínica veterinária, há seres iluminados cuidando do desligamento do corpinho físico dos animais, para recebê-los e ampará-los, em outro tipo de hospital, bem maior, onde trabalham vários veterinários e terapeutas, que usam de métodos alternativos de cura Assim, a recuperação deles é bem rápida, e logo estão brincando e se entrosando com outros animais.

Mas, será que nunca mais vou ver meu amado amiguinho, ou minha amada amiguinha? Você pode estar se perguntando! Sim, voltarão a se encontrar. Desacelere seus pensamentos! Respire fundo e devagar! Acalme-se! Pode ser que ele (a) esteja aí, do seu lado, encostando a cabecinha no seu colo, ou junto dos seus pés, demonstrando afeto e ternura que tem por você, expressando sua gratidão, por todos momentos bons que passaram juntos! E, vale ressaltar, que os companheiros de quatro patas, não nos pertencem, eles foram emprestados a nós, por certo tempo.

Porém, quem estiver na sintonia da revolta, da raiva, da negação, da amargura, da culpa, não perceberá. Então, respire fundo e devagar! Tenha a certeza que eles não sofrem, não sentem dor, não estão sozinhos, nem abandonados. Eles não nos culpam por nada! Mas, sentem saudades sim, dos tutores e da casa.

Que tal fazer as pazes com você? Deixe o amor maior dulcificar seu coração, e iluminar sua mente. Pense no amado bichinho, alegre e maroto, e abrace-o com todo seu carinho em pensamento. Ele te ama, e sabe o quanto você o ama também! Mas ele está triste por ver você assim, tão deprimida (o)! Então, permita que esse carinho divino e fraternal, preencha o vazio que está no seu peito. Permita-se receber o abraço amoroso e acolhedor do seu mentor ou anjo guardião, a lhe consolar. Você não está sozinha (o), de verdade! Tente dizer uma palavra de gratidão ao amado companheiro (a), sorrindo levemente. E ao seu anjinho também! Quando os vínculos afetivos são fortes, quando os laços de ternura são verdadeiros, tutor e bichinhos continuam enlaçados pelo amor fraterno, por muito tempo, por várias vidas. Talvez a sua relação de amizade e carinho com ele (ela) já existisse antes, em vidas passadas, e é bem provável que voltem a se reencontrar em breve!

Sugerimos a leitura dos textos abaixo, entre outros que temos publicado neste maravilhoso espaço Somos Todos Um - STUM:

 Meu amado cão morreu, mas ele não era meu, era emprestado! 

 Ele era bem mais que um animal de estimação? Nada é mais forte do que sua vontade de ser forte
 

Partidas de entes queridos fazem parte da vida: vamos juntar os pedaços?

Saúde, Paz, Amor e Perseverança no bem!

Íris R F Poffo – janeiro/2021

Texto Revisado

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Conteúdo desenvolvido por: Íris Regina Fernandes Poffo   
Bióloga, espiritualista, terapeuta holística e escritora.
E-mail: irisp@uol.com.br | Mais artigos.

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