O Livre-arbítrio

Publicado por Elisabeth Cavalcante em Espiritualidade

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O conceito de livre arbítrio, um dos principais aspectos das leis divinas que regem a vida nesta dimensão, pressupõe que temos a responsabilidade de efetuar escolhas conscientes em cada momento de nossa vida, visto que somos os únicos responsáveis por tais escolhas.

A palavra consciente define a essência deste exercício, tão importante nos dias em que vivemos. Realizar escolhas conscientes exige de nós a lembrança permanente de que cada atitude nossa terá, obrigatoriamente, uma conseqüência.

Portanto, colocar sobre o outro a responsabilidade acerca de nossas escolhas ou sobre o caminho que iremos trilhar, é uma prática ilusória que só serve para continuar perpetuando o estado de inconsciência em que muitos ainda insistem em viver.

Outro aspecto fundamental desta questão é fato de termos que aceitar as escolhas do outro, respeitando o direito que ele tem de realizá-las, ainda que estas nos contrariem, decepcionem ou magoem.

Muitas pessoas resistem em aceitar a escolha do outro e passam a vida tentando fazê-lo mudar de idéia e agir do modo que elas gostariam.
Aceitar que a realidade nem sempre se amolda a nossos desejos é um passo fundamental para o crescimento, a maturidade e o alcance de um estado de equilíbrio interior permanente.

Resistir a enxergar os fatos como realmente são constitui um poderoso obstáculo na vitória contra nossas limitações e dificuldades. Quanto mais cedo aceitarmos que o livre arbítrio é um importante veículo para nossa liberdade, mais rapidamente atingiremos o novo patamar de consciência que o atual momento de transição planetária exige de nós.

“EM TODAS AS COISAS SEJA UM MESTRE DO QUE VOCÊ FAZ E DO QUE VOCÊ DIZ E PENSA, SEJA LIVRE.
Liberdade é o supremo objetivo da verdadeira religião... Isto tem de ser compreendido, porque esta é a mensagem essencial de Gautama, O Buda, para o mundo. A liberdade é o mais alto valor de acordo com ele, não há nada mais alto que isso. Mas por liberdade ele não quer dizer “liberdade política”, “liberdade social”, “liberdade econômica”. Por “liberdade” ele quer dizer “a liberdade da consciência”.
Nossa consciência está em profunda servidão: nós estamos acorrentados. Dentro está a nossa prisão, não fora. As paredes da prisão não estão do lado de fora de nós: elas existem nos nossos instintos, existem nos nossos desejos, existem na nossa inconsciência.
Liberdade é o objetivo.
Consciência é o método para se alcançar o objetivo.
E quando você está realmente livre, você é um mestre, a escravidão desaparece. Comumente, nós parecemos livres, mas nós não somos livres. Pode parecer que somos os que escolhem, mas não somos os que escolhem. Estamos sendo puxados, empurrados por forças inconscientes.

... Buda diz: Esta vida não é verdadeira vida. Você está sendo vivido, você não está realmente vivendo. Você está sendo vivido pelas forças inconscientes. A menos que você se torne consciente, a menos que você tome posse de sua vida, a menos que você se torne independente dos seus instintos, você não será um mestre. E sem ser um mestre, não há bem-aventurança: a vida permanece um inferno”.
(OSHO. The Dhammapada – The Way of The Buddha,Vol. 10, # 9)


PALESTRA “DEPENDÊNCIA AFETIVA” no próximo dia 12/08, no Espaço Alternativo Yki, em Moema. Inscrições através do e-mail abaixo.


Sobre o autor
elisa
Elisabeth Cavalcante é Taróloga, Astróloga, Consultora de I Ching e Terapeuta Floral.
(2022 in memoriam)
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