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TARÔ, curiosidade e autoconhecimento



Desde a década de 80, no século passado, as mudanças na área espiritual foram e são muito evidentes. Nesses tempos uma alquimia profunda aconteceu nas pessoas que de alguma maneira interessadas na sua própria transformação começaram a introduzir em sua rotina o hábito do autoconhecimento.

Uma das ferramentas fundamentais para entrar num caminho alquímico positivo e com resultados imediatos é o Tarô. Esse jogo leva qualquer leigo para uma reflexão, uma mudança de hábitos e uma postura decisiva.

Na década de 90, no caso do Tarô, houve o princípio verdadeiro desse desenvolvimento sem restrições e medo - mas que ainda para alguns encerra um grande mistério - é levado ao extremo do ocultismo e chacoteado como simples jogo de sorte, onde o consultor é tido como uma pessoa com vidência e abençoado por um dom especial. Deve-se levar em consideração que exista algum dom, mas este é com certeza o dom do empenho e dos estudos e, principalmente, da fé em si mesmo que algo divino existe no universo e que as coisas simples devem ser colocadas mais claramente.

A origem do Tarô é obscura e transcende todas as religiões, mas o que importa é que ele oferece uma ferramenta conveniente, independentemente da origem. Uma ferramenta que já foi testada há muitos séculos e demonstrou sempre ser muito eficiente. A curiosidade sempre remete à formulação de muitas perguntas e desperta sempre o interesse para que algo misterioso fique sem explicação objetiva e seja entendido de modo subjetivo.

As perguntas e as dúvidas estão sempre no consciente e as respostas estão no inconsciente. É isso que o Tarô traz e o que muitas vezes é relutado e mal compreendido. O Tarô auxilia a trazer tudo o que está escondido no inconsciente para a consciência. A função é exatamente esta. Para alguns, só depois de algum tempo quando o fato acontece é que é compreendido. É o famoso "Caiu a ficha".

Por que isso acontece? Talvez porque, naquele momento, com o turbilhão de dúvidas e ansiedade a consulente não esteja aberta àquela resposta, sua mente precisa de um tempo para a compreensão e a verdadeira ação.

O importante é que o consulente leigo, levado pela curiosidade, pela dúvida e/ou pela falta de discernimento de uma solução adequada, seja tratado com respeito e receba as respostas para que possa dirimir suas dúvidas. O tempo que vai levar, só vai depender de como ele digerir os fatos. Pode acontecer ao sair da consulta, pode demorar algum tempo e pode ser que nunca aconteça. Isso só depende dele mesmo. É por isso que é contraditório responder uma pergunta sobre a indicação de uma taróloga, porque cada caso é um caso.

Existem muitos fatores energéticos, sintonias sutis envolvidas num jogo de cartas do Tarô. Os valores humanos não são visíveis a olho nu. Qual é a forma da verdade? Nunca ninguém viu a sua forma. Surge do centro peito, da forma-pensamento, dos ensinamentos do nosso próprio coração. Por isso torno a repetir: cada caso é um caso.

Para a escolha de um consultor, deve-se sempre entrar em contato com sua própria vontade e sentir a sintonia. Isso pode ser feito à distância ou próximo. Quando acontece uma sintonia, a harmonia se estabelece dentro do coração e a certeza de um resultado positivo fica clara no consciente. A verdade é eterna e nada pode destruí-la. O que pode acontecer é contornar os fatos.Texto revisado por Cris
Publicado dia 4/11/2007
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Autor: Vilma Ruho   
tarologa, astrologa, meditadora e atuante no evento mensal da celebração da lua cheia.
E-mail: vilmaruho@gmail.com | Mais artigos.

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