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Quando a ausência ensina mais do que a presença
por JOÃO LUIZ SPOSITO

Quando a ausência ensina mais do que a presença

Prezados, esse tema é bem comum e sempre atual porque trata de relacionamos afetivos e esta é uma das grandes lições para a evolução da humanidade. A bem da verdade, todos os tipos de relacionamentos afetivos são lições, aprendizados e devem ser avaliados como crescimento e evolução das almas que escolheram experimentar a convivência a dois.

Aprender a respeitar e conviver com as diferenças e similaridades estando sob o mesmo teto, formando uma família, dividindo interesses em comum, é sim um grande desafio para muitos tipos de almas.

Porém, para alguns tipos de almas a convivência a dois não é mais um desafio, mas tão somente oportunidades de realizações mais amplas e abrangentes com alcances maiores, potencializados por uma dupla em sintonia de realização conjunta.

Mas nem sempre essas almas estão no mesmo nível evolutivo e por vezes uma delas consciente, consegue entender os fundamentos espirituais e vem com missão para ajudar sua parceira de jornada, porém muitas vezes os desacertos causados pelo egocentrismo são tantos e as sintonias tão diversas que a incompatibilidade vibracional consegue abortar aquele projeto conjunto.

Geralmente, pelo esforço improdutivo desprendido pela alma consciente e em processo de espiritualização, sentindo ou mesmo sabendo o que veio transmitir e viver a parte que lhe coube nesta relação, causará o esgotamento de suas forças, desta forma a alternativa na grande maioria dos casos termina com o rompimento da relação.

As opções da antiga dupla então se apresentam: Caminhar só ou reunir-se posteriormente a alma mais compatível para que vibracionalmente nivelados possam compartilhar uma jornada produtiva e em elevados níveis evolutivos.

É nestes casos em que como afirma o título, “a ausência irá ensinar mais do que a presença”, pois é na ausência que o verdadeiro valor do par geralmente é reconhecido, porque tudo nos chega com as bênçãos de Deus, todas as oportunidades que recebemos, se não as valorizamos, não as aproveitamos, o universo não trabalha com desperdício e aquela oportunidade será redirecionada, geralmente a outra alma mais compatível, para que aproveite devidamente e com boa produtividade, o crescimento e a evolução desta nova oportunidade e nesse caso o rompimento é também uma benção, pois para que uma nova jornada se inicie é preciso finalizar a antiga.

Bem, diz um sábio ditado oriental: “Todos os caminhos da vida levam sempre no final ao começo de novos e aquele que pensa que sabe muito se observar bem, verá que a soma de todos os conhecimentos adquiridos no decorrer da vida, não passam de um punhado de grãos de areia que o vento rapidamente espalha nas praias da sabedoria”. Para aceitar esta ideia é preciso ter uma força interior muito desenvolvida, um espírito forte e principalmente ser humilde.

A espiritualidade ensina que ser sábio é ser humilde de coração, é admitir os próprios erros, é cultivar a fraternidade e para tal desarmar-se, abaixando a espada afiada do ego e oferecendo a mão fraterna, o ombro acolhedor, o conselho sincero que orienta.

È certo afirmar que cada caso é único, mas ainda assim podemos ver tantas semelhanças nos desperdícios de energia e conflitos tão materialistas, comandados pelo ego dominador e ausência de humildade verdadeira, que as almas que se unem não conseguem perceber o ser humano que está por trás do seu par, que embora as contrariedades os afastem, as lutas, os desafios, as conquistas que realizaram juntos e que não seriam realizados por somente uma dessas almas em carreira solo, costumam ser apagados das memórias da dupla ou de só uma das partes. Além do mais muitas dessas almas não conseguem ter empatia pelo outra parte, mas tão somente são dominadas pelos sentimentos de baixa vibração e falso poder dominador que as consome e esquecem ou desconhecem a regra de ouro: “Não faças aos outros o que não queres que te façam”.

Meus irmãos e minhas irmãs, estamos todos nós, sem exceção a girar a roda da lei, da lei de causa e efeito, portanto se queremos ser felizes temos que causar felicidades pois receberemos o mesmo que gerarmos. Aquele que gerar o mal, o sofrimento, que viver a mentir, ludibriar, enganar seu próximo, só receberá de retorno o mesmo efeito que estiver causando.

A ilusão de vitória sobre o outro é nada mais do que apontar e empurrar a espada contra o próprio peito e continuar na ilusão de que só o outro é ferido, saibam que isso não é possível. Enquanto essas almas continuarem valorizando o lado negativo e minimizando o lado positivo de cada uma delas e do outro, o crepúsculo desses relacionamentos continuará a ensinar a cada uma delas muito mais com a ausência do que com a presença de suas almas parceiras.

Sejam felizes, aprendendo mais com a presença de cada alma parceira porque é na presença que podemos alterar padrões de comportamentos, modificar hábitos nocivos á convivência a dois e transmutar a energia gerada entre as almas, pois na ausência podemos tão somente observar os registros da memória, porque na maioria dos casos a oportunidade de se reparar já se perdeu...

Espiritualizem-se, desenvolvam relacionamentos dignos com amor, humildade, tolerância, respeito e empatia pelo outro e aproveitem ao máximo as oportunidades de evolução que o universo oferece todos os dias de suas vidas.

João Sposito – Brasília-DF

Dezembro 2018


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Autor: JOÃO LUIZ SPOSITO   
João Sposito, atende em Brasília-DF, Terapeuta em Bio energética(par magnético), Reikiano, cromoterapeuta, espiritualista desde 1998, realiza assessoria espiritual personalizada e aconselhamento. Agendamento de consultas: presencial e a distância, (61) 982247680 whatsapp, 
E-mail: jlsposito@hotmail.com
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Publicado em 12/12/2018

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