MATRIX - A estratégia prisional  
   

MATRIX - A estratégia prisional

Autor Vera Marfeza - veramarfeza@gmail.com

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Há muita confusão e dúvidas quanto a forma da “Matrix” atuar em nossas vidas. E para demonstrar a sua existência, nada melhor do que relatar a minha experiência.

Quando eu comecei a me projetar para fora do corpo, no início da década de 70, saindo da adolescência foi a princípio, um evento assustador. Acabara de chegar de um feriado da semana santa numa fazenda linda e cheia de natureza. O lugar parecia o cenário do que entendemos ser o paraíso. Um açude, muitas arvores, animais, muito silêncio e paz, muita paz!

Domingo retornamos e quando eu cheguei em casa, me vi diante da realidade de uma cidade grande, zona sul do Rio de Janeiro. Trânsito pesado e buzina que ainda era permitida.

Morava ainda com os meus pais, e entrei em casa chorando. Senti um aperto na minh’alma! Foi um grande choque!

Tão logo pude, fui dormir e de repetente, estava no teto do meu quarto, olhando para o meu corpo que estava deitado de bruços. Eu estava totalmente lúcida e me via ligada ao corpo, por um feixe de energia azulada que saia da altura da minha cintura.  

Passado o medo inicial, comecei a passear fora do meu corpo praticamente todos os dias, de forma consciente, ou seja, sem entrar em sono. Eu me sentava na poltrona e saia.

No início eu andava, como se corpo tivesse, pela casa e ficava investigando a textura dos objetos. Percebi que eu podia transpassá-los e com as minhas mãos etéricas de cor azulada, sentia o espetar dos átomos, em movimento. Nessa época eu cursava a Universidade Federal Fluminense e estudava física, química e outras matérias que versavam sobre elétrons, núcleos, prótons. E eu ali sentindo tudo isso. Era fantástico! 

Num desses dias de projeção, eu resolvi perguntar o que aconteceria se eu não quisesse mais ver esse local que era o apartamento que eu vivia? No mesmo momento aquela realidade desapareceu. E eu não sai do lugar. Apenas o cenário se foi. Por ser muito jovem, ainda iniciante nas pesquisas sobre a verdade, eu já desconfiava de que estávamos sendo enganados e aprisionados, só não sabia como.

Foi quando li um livro sobre budismo e lá o monge afirmava que se você quer mudar a sua realidade, mude o filme que está no projetor da sua mente. Eu tinha vivido isso numa das minhas projeções e sabia do que se tratava.

Mas ainda esbarrava na pergunta sobre a experiência dos outros e as suas projeções de realidade. E com o tempo fui vendo que havia uma projeção de realidade coletiva retroalimentada pelas projeções individuais.

Durante todo o processo da minha caminhada profissional como terapeuta, comecei a pensar que se não temos o poder de desmontar a projeção coletiva pelos motivos óbvios de ser alimentada pelos demais, eu tinha que achar um jeito de desmontar a minha, ou seja, mudar o meu holograma pessoal projetado.

E do que ele se constitui? Das crenças pessoais, das imagens que internalizamos, das pessoas que convivem conosco ou passam pelo nosso caminho, enfim, o filme que projetamos e que acreditamos ser real.

A partir dessa nova perspectiva, comecei a pesquisar chegando na terapia da Rescisão do Contrato Karmico, processo de revogações que nos aprisionam na holografia imposto pelos seres dominantes do planeta.  

Mas ainda havia um problema para aqueles que não conseguiam “desplugar” desse holograma oficial. Como eu poderia ajudá-las a se desconectar da realidade imposta na qual elas estavam presas? Foi então que me ocorreu a reprogramação da holografia de base, ou reprogramação do passado, como eu passei a chamá-la. Eu já realizara um processo parecido quando trabalhava com a reprogramação dos arquétipos. Através dessa experiência pude observar que ao canalizar as imagens internalizadas que as pessoas tinham de parentes, amigos, cônjuges, filhos e também encarnações mal resolvidas, dando-lhes um novo roteiro haveria uma imediata transformação em todo o enredo e consequente realidade.

Percebi que quanto mais se fazia essa mudança de comportamento desses “protagonistas”, mais a realidade se adaptava a essa nova percepção da vida de quem estava ali, buscando soluções.

Imediatamente eu me lembrava das palavras do budista sobre mudar o filme do projetor de dentro da cabeça.

Por mais forte, intensa que essa realidade imposta pela matrix possa parecer, é possível acessar a realidade que se quer viver. Basta reconfigurar o HD de dentro de sua cabeça, escolher o filme que quer pôr no projetor, com scripts novos para cada ator que você convive ou conviveu, enredo novo e você estará desplugando dessa ilusão imposta pelos seres involutivos que apostam na sua subserviência, no seu medo, oferecido pelos seus 5 sentidos que te ancoram naquilo que eles obrigam você a viver.


Ofereço o processo da Rescisão do Contrato Karmico, para sair do subjugo desses seres opressores,  descrito no meu site.

Ser livre é o maior desafio e o grande medo deles!    

Visite o meu site veramarfeza.com.br



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Autor: Vera Marfeza   
Terapeuta, Numeróloga,Rescisão de Contrato Karmico, Coach, Hipnose Clínica, Bioenergética, www.veramarfeza.com.br Há 50 anos atendendo.
E-mail: veramarfeza@gmail.com
Visite o Site do autor e leia mais artigos.

Publicado em 03/06/2018
 

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